Foi pela imposição das mãos de Dom Jacinto Brito, que a Arquidiocese de Teresina ganhou no último domingo (28) mais um diácono provisório. A celebração ocorreu na Capela Sagrado Coração de Jesus (Paróquia São Sebastião – Forania Sudeste) que fica localizada no Assentamento Agropol em Teresina.

Francisco Rosa Santos tem 51 anos de idade e é filho da cidade de Hugo Napoleão (localizada há pouco mais de 100 km da capital). Atualmente cursa o 4º ano de Teologia no Seminário Interdiocesano Sagrado Coração de Jesus. Fruto do EVA (Equipe de Vocações Adultas) o diácono explica que foi no ano de 2010 que sentiu o chamado para se dedicar à vocação sacerdotal, próxima etapa da caminhada religiosa.

“Fui para a comunidade Agropol com o intuito de catequisar. Era essa minha missão. Foi tão forte o chamado que logo decidi fixar residência. Passei a morar e ampliar os trabalhos de evangelização junto aos moradores. No ano de 2012 fui estimulado a cursar Filosofia no ICESPI – Instituto Católico de Estudos Superiores do Piauí. E como promotor vocacional tive a orientação do padre Ângelo Marcos, que foi essencial para confirmar o meu desejo, pois naquele momento já tinha convicção do que queria”, relembra.

Na prática, a construção do Reino de Deus ganha mais um servo disposto a servir. Isso é muito importante para as ações de evangelização da nossa Igreja. “Eu nunca tive dúvidas da minha vocação, do despojamento e anseio para servir ao Pai. O momento é de gratidão. Sinto-me honrado por ter sido escolhido por Deus”, relatou.

O diácono recebe a Ordem do primeiro grau da Igreja Católica. Agora pode assumir a celebração da Palavra, a entrega da Eucaristia e até assistir casamentos e batizados. “Sigo agora com minha formação no Seminário. Sou seminarista e um filho obediente a todo o processo rumo à ordenação sacerdotal, prevista para janeiro de 2019. Oro para que a minha  caminhada seja fiel aos ensinamentos de Nosso Senhor Jesus Cristo”, diz finalizando.

Hoje a Arquidiocese de Teresina possui dois diáconos provisórios e 53 diáconos permanente.

Por Vera Alice Brandão