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1.A VIII Assembleia Diocesana de Pastoral da diocese de Oeiras, nos dias 06 e 07 de novembro de 2015, no Centro Diocesano D. Expedito, com a participação de bispo, presbíteros, religiosas, seminaristas, leigos (as), trouxe mais uma vez ao centro da pauta, a Catequese como Iniciação à Vida Cristã e o Dízimo Missionário, proporcionando avaliação, estudo e encaminhamentos significativos, urgentes e oportunos em vista da eficácia da ação evangelizadora da Igreja, hoje.

2. Iniciação à Vida Cristã com itinerário catecumenal. Um processo iniciado em 2011 com o Ano Catequético que culminou com a implantação da catequese como Iniciação à Vida Cristã, com itinerário catecumenal, em todas as paróquias da diocese. A assembléia constatou que há passos significativos, em paróquias que assimilaram e assumiram a proposta, onde os efeitos positivos são demonstrados. Outras deram passos tímidos, pois tiveram mais dificuldades. No entanto, o processo não pode parar e menos ainda regredir. Precisamos ir além de uma catequese para receber os sacramentos, que muitas vezes pára no sacramento recebido, uma única vez. Assumir a postura missionária da catequese como Iniciação à Vida Cristã, que tem início e continuidade ao longo da vida, responde aos desafios de nossos tempos com suas mudanças e desafios. A orientação é: 1) Adotar e/ou continuar, onde já foi feito, o método de inspiração catecumenal, em todas comunidades, em 2016; 2) adotar uma mudança de mentalidade e de linguagem; 3) Prosseguir a caminhada formativa de catequistas missionários, através da Escola Missionária Discípulos de Emaús – EMIDE; 4) Oferecer formação sistemática e continuada, nas paróquias através equipe diocesana.

3. Dízimo Missionário. A Igreja suscita a conversão e a renovação da paróquia, que o como dízimos é a “experiência da primazia de Deus na construção da paróquia Renovada”. (Pe. Cícero). É a experiência da partilha que nasce do encontro com Deus e com o próximo. A implantação do dízimo deu-se em 2005. Foi reestruturada em 2009; e em 2012 redimensionada com o Dizimo Missionário, assumido pelo Pe. Cicero e Profa. Remédios Santos, que tem feito um trabalho importante onde foi possível. A avaliação mostrou que há necessidade de uma reimplantação e animação em algumas paróquias. Daí definiu-se um plano bienal de formação semestral em cada setor, a partir de janeiro de 2016. Assim. ficou programado: de Janeiro a junho de 2016, setor 01 ; de julho a dezembro de 2016, setor 02; de janeiro a junho de 2017, setor 03 e de julho a dezembro de 2017, setor 04. Portanto, as paróquias que ainda não conseguiram desenvolver o dízimo missionário, devem fazê-lo a partir da formação e em dois anos, prazo máximo, todas terão dado esse passo.

4. Não à comercialização de bebida alcoólica. “Ela atrapalha”. A conversão pastoral da paróquia, recomendada pela Igreja, exige iniciativas urgentes, como “evitar a comercialização e o consumo de álcool nos espaços da comunidade. Especialmente nas festas dos padroeiros e outros eventos religiosos, a venda de bebida alcoólica contrasta com o programa de defesa da vida e combate à drogadição que a Igreja promove. Uma das drogas mais ameaçadoras da sociedade é o álcool. Entretanto, algumas paróquias, em razão de questões financeiras, culturais ou porque “sempre foi assim”, caem nessa contradição grave”. O dízimo e a partilha é uma saída alternativa. É urgente a conversão das comunidades paroquiais para evitar o contratestemunho de promover o consumo de álcool em quermesses ou outras atividades recreativas da comunidade. (cf. Doc. 100, CNBB, 286). Decidiu-se então que, a partir daquela data, 07 de novembro de 2015, em todas paróquias com as respectivas da diocese, não haverá mais venda nem consumo de bebida alcoólica, nas festas dos padroeiros e em outras eventos religiosos.

5. Supressão da taxas. As taxas cobradas pela celebração dos sacramentos, historicamente existentes, por razões justas para a manutenção da Igreja; hoje, “estão obsoletas e atrapalham”. Portanto não tem nenhuma razão pra continuarem existindo. Muitas paróquias já extinguiram as taxas e assim devem permanecer. Ficam extintas todas as taxas de Sacramento do Batismo, Crisma e Matrimônio, a partir desta data, 1º de janeiro de 2016, em todas as paróquias da diocese de Oeiras; exceto aquelas que não tendo conseguido fazer um trabalho de evangelização através do Dízimo Missionário, dependem das taxas para sua manutenção. Estas devem promover a formação e implantação do Dízimo Missionário, o quanto antes ou até o período definido no plano acima descrito, para o seu respectivo setor. (2) Até o final de cada período ou antes, cada paróquia deverá extinguir as taxas. Independentemente dessa situação, ficam extintas as taxas de Crisma, ou quisquer espécies de cobranças, em todas das paróquias a partir de 1º de janeiro. Os crismandos devem ser orientados a devolver o dízimo como discípulo maduro pertencente à sua comunidade de fé.