A família no centro da missão evangelizadora de Cristo na sociedade atual foi o assunto principal do Simpósio da Pastoral Familiar do Regional Nordeste IV da CNBB, realizado no ultimo final de semana (14 a 16/09), no Centro de Treinamento Sagrada Família, em Parnaíba.

Com o tema  “O agente da Pastoral Familiar como sujeito de uma Igreja em saída”, coordenadores e representantes das dioceses de Parnaíba, Campo Maior, Picos, São Raimundo Nonato, Oeiras, Floriano e Arquidiocese de Teresina meditaram sobre a importância do trabalho com as famílias dentro das diferentes realidades sociais encontradas atualmente.

Dom Juarez Sousa, bispo diocesano de Parnaíba, citou os ataques que a Igreja e a Família vem sofrido nos últimos anos e disse que “as decisões como nós cristãos devemos tomar é de assumir as palavras do Evangelho de Cristo e sermos propagadores da Verdade.”

Casal responsável pela assessoria pedagógica nacional da Pastoral Familiar e palestrantes do evento, Cláudio Rodrigues e Maria do Rosário Silva. Foto: Marcos Santos

“A Pastoral Familiar precisa saber se adaptar aos vários casos que a sociedade propõe”, disse o casal responsável pela assessoria pedagógica nacional, Cláudio Rodrigues e Maria do Rosário Silva. “Enquanto agentes, nós devemos assumir a consciência do nosso mandato missionário nos dado pelo batismo. Somos todos chamados e enviados à servir como família”, contaram.

O bispo referencial regional da Pastoral Familiar, Dom Eduardo Zielski, enfatizou que “o cristão deve ser autêntico. Então, para ser sal da Terra e Luz do Mundo, a família como base da sociedade precisa, através da experiência com Cristo, levar a Boa Nova”.

Bispo da diocese de São Raimundo Nonato e referencial regional da Pastoral Familiar, Dom Eduardo Zielski

Foto: Marcos Santos 

Veja Também

35ª Assembleia Regional de Pastoral divulga mensagem ao povo de Deus do Piauí

Inspirado pelo tema “Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2026-2032)” e pelo lema “Alarga o espaço da tua tenda” (Is 54,2), o documento convida as comunidades a renovarem o compromisso com a missão evangelizadora, fortalecendo a comunhão, a participação e a esperança diante dos desafios da Igreja e da sociedade.