Durante a 35ª Assembleia Regional de Pastoral do Regional Nordeste 4 da CNBB, a Comissão Episcopal para A Ação Sociotransformadora (CEPAST) apresentou as primeiras discussões voltadas à organização da 17ª Romaria da Terra e da Água. O momento reuniu bispos, padres, religiosos e leigos para refletir sobre os primeiros encaminhamentos da tradicional romaria, que mobiliza comunidades de todo o Piauí em torno da defesa da vida, da justiça social, do cuidado com a criação e do fortalecimento da caminhada das pastorais sociais.
Antes de iniciar as discussões sobre a próxima edição da Romaria da Terra e da Água, a CEPAST acompanhou a apresentação da prestação de contas da 16ª edição do evento, realizada pela Diocese de Bom Jesus do Gurgueia em 2025. O relatório foi apresentado pelo bispo diocesano, Dom Marcos Tavoni, que destacou os principais aspectos da organização, os resultados alcançados e a aplicação dos recursos, reforçando o compromisso com a transparência e a corresponsabilidade na realização de um dos maiores eventos das pastorais sociais do Regional Nordeste 4 da CNBB.
Na sequência, o bispo da Diocese de Floriano, Dom Júlio César Souza de Jesus, apresentou os primeiros encaminhamentos para a organização da 17ª Romaria da Terra e da Água, que será realizada em 2028. Durante a exposição, foram iniciadas as reflexões sobre a preparação do evento, que terá como eixo central a temática do ar, dando continuidade ao compromisso das pastorais sociais com a promoção da ecologia integral e o cuidado com a Casa Comum.
Para Dom Júlio César Souza de Jesus, a preparação da 17ª Romaria da Terra e da Água deve envolver toda a Igreja e a sociedade desde os primeiros passos.
“Queremos construir uma romaria participativa, que desperte a consciência sobre a importância do ar como dom de Deus e elemento essencial para a vida. Será um caminho de escuta, reflexão e compromisso com o cuidado da Casa Comum, envolvendo nossas comunidades ao longo de toda a preparação até 2028”, afirmou o bispo.





