Centenas de pessoas participaram de uma caminhada pela vida, em Parnaíba-PI, no último domingo, dia 08 de outubro, Dia do Nascituro, encerramento da Semana Nacional da Vida. Membros de comunidades, religiosos e religiosas, padres, seminaristas e todo o povo de Deus se somaram aos agentes da Pastoral Familiar para manifestar sua posição a favor da vida e contra o aborto.

Em carta aberta divulgada à Arquidiocese de Teresina, o arcebispo metropolitano e presidente do Regional Nordeste 4, dom Juarez Marques, reiterou a posição da Igreja sobre o assunto: “Diante desta atual ameaça e de todas as ameaças à vida em todas as suas etapas e existência ressaltamos a importância de continuarmos com nossas orações, formações e esclarecimentos, sempre a favor da vida, desde a sua concepção até o seu fim natural”, escreveu.

O bispo de Bom Jesus do Gurgueia, dom Marcos Tavoni, também se posicionou sobre o assunto. Em homilia durante a missa celebrada na catedral de Nossa Senhora das Mercês, fez referência aos últimos acontecimentos relacionados à tentativa de descriminalização do aborto: “Celebramos hoje o dia do Nascituro, não é possível uma sociedade que se diz tão protetora das minorias, dos mais frágeis e vulneráveis, banalizar a vida e desprezar a pessoa na sua fase mais frágil e vulnerável, que é a fase embrionária”, disse.

A decisão da então ministra e presidente do STF Rosa Weber, de pautar a ADPF antes de sua aposentadoria, gerou apreensão na Igreja Católica e em vários setores da sociedade, preocupados com a intenção por trás da ação judicial, que pode ser um precedente para a legalização do aborto em qualquer tempo de gestação.

Após ser colocada em votação por meio do plenário virtual, a ADPF 442 recebeu o voto favorável ao aborto da ministra Rosa Weber. Em seguida, o ministro Luís Roberto Barroso pediu destaque para que o processo seja votado em plenário presencial.

 

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Inspirado pelo tema “Diretrizes Gerais da Ação Evangelizadora da Igreja no Brasil (2026-2032)” e pelo lema “Alarga o espaço da tua tenda” (Is 54,2), o documento convida as comunidades a renovarem o compromisso com a missão evangelizadora, fortalecendo a comunhão, a participação e a esperança diante dos desafios da Igreja e da sociedade.