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COM UMA PROGRAMAÇÃO VIRTUAL, CNBB MARCARÁ A CELEBRAÇÃO DE SEUS 68 ANOS NO PRÓXIMO DIA 14 DE OUTUBRO

A Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), respeitando as regras do distanciamento social e  medidas sanitárias exigidas para evitar a propagação do novo Coronavírus, organizou uma programação especial com três eventos virtuais para marcar os seus 68 anos no próximo dia 14 de outubro.

A comemoração começa pela manhã, às 9h, com um missa no Santuário de Nossa Senhora da Piedade,  celebrada pelo arcebispo da arquidiocese de Belo Horizonte e presidente da CNBB, dom Walmor Oliveira de Azevedo.

Às 15h30, horário em que habitualmente já se reza o Terço Esperança e da Solidariedade, os colaboradores da entidade rezarão um terço nas intenções da Conferência e da Igreja no Brasil. O terço será transmitido pelas TVs de inspiração católica do país.

O bispo auxiliar do Rio de Janeiro e secretário-geral da CNBB, dom Joel Portella Amado, adianta que haverá no terço um pouco do mosaico que é a vida da CNBB, uma vida dinâmica, fraterna e servidora, mas nem sempre conhecida. “Embora sendo um organismo dos bispos, sem a colaboração de tantos corações generosos e abnegados, a CNBB não cumpriria sua função”, disse

História, identidade e futuro da CNBB

Celebração dos 67 anos, em 2019, na sede em Brasília-DF. Fotos: Comunicação CNBB

Uma live, às 17h, com dois ex-presidentes da CNBB, dom Raymundo Damasceno e dom Sergio da Rocha e o atual presidente, dom Walmor de Oliveira, vai falar sobre a história, a identidade e o futuro da conferência.

A live será mediada pelo padre Patriky Samuel, secretário-executivo de Campanhas da CNBB e transmitida pelas redes sociais da entidade.

O secretário-geral reforça que a celebração dos 68 anos da CNBB ocorre num momento quem que a instituição está vivendo um desafio assumido com muita esperança: a revisão de seu estatuto. “Temos, com o novo Estatuto, o desejo de corresponder ao caminhar da Igreja nas últimas décadas”, disse.

Dom Joel explicou que o novo Estatuto tem como grande referência a Missão sem a qual a Igreja perderia sua identidade. “Num mundo, porém, bastante plural e diversificado, o cumprimento da missão só pode se dar em um clima de sinodalidade, ou seja, de diálogo, na escuta e na partilha de compreensões e perspectivas. Por isso, as duas referências maiores para o novo Estatuto são a Missão e a Sinodalidade”, afirmou.

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